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Sistema de extinção para cozinhas

ANSUL R-102 e PIRANHA
 
Ao iniciar uma instalação para cozinhas, principalmen-te as de médio ou grande porte, um considerável investimento é feito para aquisição de equipamentos, para construção ou reforma da área etc.
Um incêndio neste local implica, além do risco da vida humana, na perda de equipamentos e até mesmo na paralisação das actividades temporáriamente ou, na pior das hipóteses, em caracter definitivo. O risco de incêndios em cozinhas, decorre da presença de uma fonte de calor associada a elementos combustíveis, como gorduras e óleos de frituras, que podem, a partir de uma determinada temperatura, inflamar-se e permitir o alastramento do incêndio, atingindo coifas, dutos ou mesmo a totalidade das instalações.
A presença de material combustível à temperatura igual ou superior ao seu ponto de combustão e a existência de super-fícies aquecidas, propiciam a retomada do incêndio, mesmo após sua extinção inicial. Equipamentos eléctricos como fritadeiras, fogões, grelhas etc., representam uma importante fonte de incêndios.
A formação de depósito de gorduras e óleos, nas coifas, plenuns e dutos, resultado de uma manutenção inadequada e da falta de limpeza periódica, pode-se tornar um fogo de incêndio ou contribuir como elemento para sua propagação.
É portanto, necessária a instalação de equipamentos, com eficiência comprovada, que permitam debelar o incêndio em seus estágios iniciais e, ao mesmo tempo, garantir que o êxito inicial de uma extinção não seja comprometido por uma reignição inesperada.
A norma UL-300, do Underwriters Laboratories (EUA) exige, actualmente, que os sistemas de combate a incêndio em cozinhas, além de possibilitar o controle e a extinção de incêndios, assegure também contra a possibilidade de reignição por, pelo menos, 20 minutos, aumentando assim a segurança do sistema. O combate ao incêndio pode ser efetuado tanto por equipamentos portáteis como por sistemas fixos automatizados.
Os sistemas portáteis apresentam a vantagem de incorrer em custos menores mas, em contrapartida, exigem treinamento adequado dos operadores, uma vez que a sua utilização inadequada pode resultar em fracasso na tentativa de extinção ou mesmo agravar a situação; quer por expôr o operador ao risco, quer pela possibilidade de espalhar o material em chamas, au-mentando o alcance e a intensidade do incêndio.
Os sistemas fixos, embora apresentem um custo superior, podem ser automatizados, não dependendo assim, do grau de treinamento do operador ou, quando operado manualmente, exigindo um mínimo de intervenção, representando maior segurança.
 
A protecção com o sistema fixo é especialmente recomendada para:
  • cozinhas onde ocorra grande geração de gordura
  • onde houver uma grande produção de alimentos
  • quando a protecção deve ser imediata e erros humanos ou demoras não possam ser tolerados
  • onde a limpeza é dificultada pelo regime de trabalho continuado
  • onde a rotatividade da mão-de-obra não permite treinamentos frequentes sobre segurança e combate a incêndio.
 
O sistema fixo propicia, entre outras, a vantagem de conferir ao usuário proteção de 24 horas. Sendo totalmen-te automático, assegura protecção constante da área, e actuação imediata que, ocorrendo nos primeiros instantes do incêndio, não permite o alastramento do fogo.
 
 

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